Os programas do Plano Safra 2025-2026 receberam mais de R$ 15,3 bilhões em recursos para operações de crédito rural liberados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nesta terça-feira (13). Do total, R$ 10,4 bilhões serão destinados às linhas voltadas à agricultura empresarial e R$ 4,9 bilhões à agricultura familiar.
Com a nova liberação, o volume de recursos ainda disponíveis nos Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF) operados pelo banco soma R$ 20,1 bilhões, com prazo de utilização até junho de 2026.
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, a medida reforça o papel do banco no financiamento do setor. “Com uma nova liberação de recursos para o Plano Safra 2025/26, o BNDES reafirma seu papel estratégico no governo do presidente Lula ao apoiar o agro brasileiro. São recursos para apoiar tanto os pequenos e médios produtores quanto a agricultura empresarial. Crédito para investimento, inovação e sustentabilidade, fortalecendo a produção de alimentos e permitindo que o setor siga como um dos principais motores do desenvolvimento do país”, afirmou.
Os recursos poderão ser utilizados por produtores rurais, cooperativas e agricultores familiares para custeio e investimentos, incluindo ampliação da produção, aquisição de máquinas e equipamentos, armazenamento e inovação.
O BNDES é um dos principais financiadores do setor agropecuário no país. No âmbito do Plano Safra 2025-2026, o banco já aprovou R$ 26,4 bilhões por meio dos PAGFs e realizou mais de 105 mil operações, principalmente via operações indiretas feitas por agentes financeiros credenciados.
Além dos programas governamentais, o banco mantém linhas próprias de financiamento para garantir a oferta de crédito ao longo do ano. Entre elas está o BNDES Crédito Rural, que, na safra atual, já soma R$ 4,4 bilhões em operações aprovadas.
A expectativa do governo é que os recursos contribuam para ampliar a capacidade produtiva do setor, estimular a modernização do campo e apoiar práticas voltadas à sustentabilidade e à segurança alimentar.
Com informações e imagem do Governo Federal


















