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Começa nesta sexta-feira (16) o prazo para que candidatos do Concurso Público Nacional Unificado (CNU 2) apresentem recursos contra o resultado preliminar da avaliação da autodeclaração de concorrentes às vagas reservadas para pessoas negras, indígenas e quilombolas, além do procedimento de caracterização da deficiência. As contestações podem ser feitas até a próxima segunda-feira (19).

De acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pela organização do certame, os recursos devem ser enviados por meio do sistema do concurso, conforme as regras previstas no edital. A análise vale tanto para candidatos que tiveram a autodeclaração indeferida quanto para aqueles que desejarem questionar o resultado divulgado.

Os resultados preliminares da avaliação foram publicados na quinta-feira (15). O procedimento verifica se o candidato se enquadra nos critérios exigidos para concorrer às vagas reservadas previstas na política de cotas do concurso.

Na segunda edição do CNU, o percentual de vagas destinadas a pessoas negras foi ampliado para 25%. Além disso, o edital passou a prever reserva específica de 3% para pessoas indígenas e 2% para quilombolas. A cota para pessoas com deficiência permanece em 5%, conforme estabelece a Lei nº 8.112/1990.

O Concurso Nacional Unificado reúne vagas para diversos órgãos federais em um único processo seletivo, com o objetivo de padronizar etapas, reduzir custos e ampliar o acesso ao serviço público. A edição atual mantém o modelo de provas unificadas, com seleção por blocos temáticos.

Após o encerramento do prazo, a FGV fará a análise dos recursos e divulgará o resultado definitivo das avaliações das vagas reservadas, etapa que antecede a homologação das listas finais de classificação do concurso.

Com informações e imagem da Agência Brasil

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