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Mais de 4,1 milhões de famílias brasileiras já são atendidas pelo Novo Desconto Social na tarifa de energia elétrica, segundo o governo federal. Em vigor desde 1º de janeiro, a medida integra o programa Luz do Povo e tem como objetivo ampliar a proteção a famílias de baixa renda e reduzir a chamada pobreza energética.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o benefício alcança cerca de 14,6 milhões de pessoas em todo o país. A expectativa da pasta é que o desconto chegue a mais de 7 milhões de famílias, o equivalente a aproximadamente 55 milhões de brasileiros.

O desconto é concedido automaticamente a famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) com renda mensal per capita entre meio e um salário mínimo, desde que o consumo mensal seja de até 120 kWh. Nesses casos, há isenção da cobrança da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), o que resulta em redução média de até 11,8% na tarifa de energia.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a medida gera “alívio imediato na conta de luz” e fortalece a inclusão energética. Ele afirmou que o Luz do Povo pode beneficiar até 115 milhões de brasileiros ao considerar também outras frentes do programa.

Distribuição regional

O atendimento já ocorre em todas as regiões do país. A maior concentração de beneficiários está no Sudeste, com 5,3 milhões de pessoas, seguido do Nordeste, com 4,9 milhões. No Sul, são 1,8 milhão; no Norte, 1,3 milhão; e no Centro-Oeste, 1,3 milhão de pessoas.

Entre os estados, os maiores números de unidades familiares beneficiadas estão em São Paulo (717.560), Minas Gerais (439.967) e Bahia (407.732). Também se destacam Rio de Janeiro (269.516), Paraná (252.780) e Pernambuco (225.411).

Complemento à gratuidade

O Novo Desconto Social complementa outra frente do programa Luz do Povo, que desde julho de 2025 garante gratuidade de até 80 kWh por mês a mais de 17 milhões de famílias. Segundo o ministério, a iniciativa faz parte de uma reforma do setor elétrico voltada à ampliação do acesso à energia e à redução das desigualdades no país.

O governo afirma que as medidas buscam assegurar maior equidade tarifária e garantir acesso contínuo a um serviço considerado essencial.

Com informações e imagem do Governo Federal

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