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O Mato Grosso do Sul inicia neste mês a campanha de vacinação contra a influenza com o objetivo de antecipar a proteção da população antes do período de maior circulação do vírus. A mobilização segue até 30 de maio, com o Dia D marcado para 28 de março, quando os municípios devem intensificar a imunização.

Coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul, a estratégia acompanha o calendário do Ministério da Saúde e prioriza públicos mais vulneráveis a complicações da doença.

A previsão é que o Estado receba inicialmente 80 mil doses, o equivalente a 6,5% da população-alvo, estimada em 1,1 milhão de pessoas. A distribuição será feita de forma escalonada aos municípios, que já organizaram suas estratégias locais para garantir o início simultâneo da campanha.

Devem ser vacinados, prioritariamente, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos a partir de 60 anos, gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, professores e pessoas com comorbidades — grupos com maior risco de agravamento da influenza.

Segundo a coordenadora estadual de imunização, Ana Paula Goldfinger, a vacinação é uma das principais medidas de saúde pública para conter a doença. “A vacina reduz complicações, internações e óbitos, especialmente entre os mais vulneráveis. A adesão logo no início da campanha é fundamental para ampliar a proteção no período crítico”, afirmou.

Para ampliar o alcance, o governo aposta em estratégias extramuros, com equipes itinerantes e uso de unidades móveis de vacinação, conhecidas como Vacimóveis. As ações devem ocorrer em cidades como Corumbá, Dourados e Ponta Porã, com foco inicial em grupos estratégicos, como profissionais da saúde.

De acordo com o gerente de imunização da SES, Frederico Moraes, o planejamento antecipado foi essencial para garantir a estrutura da campanha. “As equipes municipais estão preparadas para iniciar a vacinação com organização, assegurando o acesso desde os primeiros dias”, disse.

No Dia D, a mobilização terá ações específicas, incluindo a vacinação de idosos institucionalizados em unidades de longa permanência em Campo Grande.

A secretaria reforça que a imunização no início da campanha é decisiva para reduzir a pressão sobre os serviços de saúde, especialmente durante o outono e o inverno, quando há aumento na circulação de vírus respiratórios.

A orientação é que os integrantes dos grupos prioritários procurem as unidades de saúde assim que a vacinação estiver disponível em seus municípios, levando documento pessoal e, se possível, a caderneta de vacinação.

Com informações e imagem do Governo de Mato Grosso do Sul

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