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Estado teve a quinta maior retração entre as 27 unidades da federação; na comparação anual, queda foi de 9,6%

O volume de serviços em Mato Grosso do Sul caiu 1,9% em julho, na comparação com junho, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta quinta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado considera a série com ajuste sazonal.

Com a queda, o estado teve a quinta maior retração entre as 27 unidades da federação no mês. O resultado nacional ficou estável, com variação de 0,0%.

Na comparação com julho de 2025, o volume de serviços sul-mato-grossense recuou 9,6%. O resultado ficou entre as maiores quedas registradas no país nessa comparação. Mato Grosso teve retração de 6,8%, Paraná, de 1,4%, e Goiás, de 3,5%.

No acumulado de janeiro a julho, o volume de serviços em Mato Grosso do Sul apresentou queda de 1,7% em relação ao mesmo período de 2025.

Considerando os últimos 12 meses, o setor ainda registra crescimento de 1,9%, mas o ritmo desacelerou. Em junho, a alta acumulada em 12 meses era de 4,1%.

Resultado regional

Em julho, 14 das 27 unidades da federação registraram queda no volume de serviços na comparação com o mês anterior. Entre os maiores recuos, estão Mato Grosso (-3,3%), São Paulo (-0,8%), Rio de Janeiro (-0,7%), Santa Catarina (-0,9%) e Goiás (-1,9%), além de Mato Grosso do Sul.

Na outra ponta, as maiores altas foram registradas na Bahia (3,2%), Rio Grande do Sul (3,0%), Paraná (1,9%) e Minas Gerais (1,0%).

Na comparação com julho de 2025, o volume de serviços cresceu 0,9% no país e avançou em 15 das 27 unidades da federação. São Paulo (0,8%), Rio de Janeiro (2,9%), Bahia (9,7%) e Distrito Federal (5,9%) tiveram as principais contribuições positivas.

Mato Grosso do Sul ficou entre os estados com maiores quedas, ao lado de Mato Grosso (-6,8%), Paraná (-1,4%) e Goiás (-3,5%).

A PMS acompanha a evolução do setor de serviços empresariais não financeiros e de seus principais segmentos. O indicador de volume é calculado a partir da receita nominal, descontados os efeitos de preços.

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