Levantamento foi realizado em 35 estabelecimentos entre os dias 9 e 10 de fevereiro
Pesquisa do Procon Mato Grosso do Sul identificou variação de até 11,14% no preço do litro do etanol comum em uma mesma região de Campo Grande. Os dados foram coletados entre os dias 9 e 10 de fevereiro, em 35 postos distribuídos nas sete regiões administrativas da Capital.
Na região do Anhanduizinho, o etanol na modalidade crédito foi encontrado entre R$ 4,04 e R$ 4,49 o litro. A diferença de 11,14% foi registrada entre cinco postos pesquisados na área.
O Imbirussu apresentou a segunda maior variação de preços, de 10,94%. Nesse caso, o litro da gasolina no crédito oscilou entre R$ 5,85 e R$ 6,49. A diferença permite economia de até R$ 32 em um abastecimento de 50 litros, ao optar pelo menor valor praticado.
Na região Central, a oscilação foi menor em comparação com as demais áreas analisadas. A gasolina paga no cartão de crédito registrou variação de 1,67%. Já o GNV (Gás Natural Veicular), na modalidade à vista, apresentou diferença de 1,11%.
Na comparação entre janeiro e fevereiro, o maior aumento foi observado no etanol à vista na região do Segredo, com alta de 7,20%. Por outro lado, o diesel S10 à vista teve redução de 1,51% na região da Lagoa.
O levantamento considerou cinco tipos de combustíveis não aditivados: gasolina, etanol, diesel S500, diesel S10 e GNV. Os valores foram analisados tanto para pagamento à vista quanto no cartão de crédito. Os preços podem variar conforme a demanda e a disponibilidade dos produtos.
Orientações ao consumidor
O Procon Mato Grosso do Sul orienta que o abastecimento seja feito, preferencialmente, no início da manhã ou à noite, para reduzir perdas por evaporação.
O órgão também recomenda que o consumidor verifique a presença do selo da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), compare os preços entre os postos e aproveite promoções no trajeto habitual.
Outra orientação é desconfiar de valores muito abaixo da média do mercado e evitar circular com o tanque na reserva, para não comprometer o motor e o sistema de alimentação do veículo.
*Informação e imagem: Kleber Clajus, Comunicação Procon/MS



















