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O governo federal completou um ano dos programas de proteção animal com mais de 1,3 milhão de cães e gatos cadastrados em todo o país. Os dados fazem parte do balanço do Ministério do Meio Ambiente sobre o primeiro ano do Programa Nacional de Proteção e Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos (ProPatinhas) e do Sistema do Cadastro Nacional de Animais Domésticos (SinPatinhas).

Segundo o levantamento, foram registrados 1.305.529 animais, sendo 795.859 cães (61%) e 509.670 gatos (39%). A plataforma já alcança 98,3% dos municípios brasileiros, 5.475 de um total de 5.569, e reúne mais de 1 milhão de tutores cadastrados, além de organizações da sociedade civil e médicos-veterinários.

Lançadas em abril de 2025 no Palácio do Planalto, as iniciativas integram uma política pública voltada ao controle populacional, à redução do abandono e à promoção do bem-estar animal. A proposta também conecta a proteção de cães e gatos a áreas como saúde pública, biodiversidade e desenvolvimento sustentável.

O SinPatinhas permite o registro gratuito de animais domésticos e oferece ferramentas como emissão de RG Animal, carteira de saúde com validade nacional e identificação por QR Code. O sistema também possibilita a localização de animais perdidos, a transferência de responsabilidade entre tutores e o acompanhamento de casos de maus-tratos.

De acordo com o ministério, a base de dados contribui para orientar políticas públicas e ampliar a transparência na gestão de recursos destinados à causa animal. O sistema ainda prevê mecanismos para responsabilização de tutores envolvidos em irregularidades.

Entre os estados, São Paulo lidera o número de registros, seguido por Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais. Os nomes mais frequentes para cães incluem Mel, Luna e Amora; entre os gatos, destacam-se Nina, Mel e Lua.

Os programas também impulsionaram o número de castrações no país. Entre 2023 e 2026, foram investidos R$ 236,9 milhões em ações de controle populacional, que resultaram em mais de 675 mil procedimentos gratuitos até o fim de 2025. O volume representa um aumento expressivo em relação ao período anterior, quando não havia uma estratégia nacional estruturada.

Instituído por decreto em 2025, o ProPatinhas prevê apoio técnico e financeiro a estados e municípios para ações como microchipagem, esterilização e formação de gestores. A iniciativa faz parte de uma política mais ampla de organização da fauna doméstica no país.

Para o governo, os resultados do primeiro ano indicam avanço na estruturação de uma política nacional de proteção animal baseada em dados e integração entre diferentes áreas, com foco na guarda responsável e na redução de abandono.

Com informações e imagem do Governo Federal

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