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O pré-candidato a presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que o agronegócio brasileiro “vai parar de ser perseguido” e prometeu crédito facilitado e segurança jurídica ao setor. A declaração foi feita ao lado do governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP), e do ex-governador e presidente do PL estadual, Reinaldo Azambuja.

No encontro, Riedel e Azambuja entregaram ao parlamentar um conjunto de propostas voltadas ao agronegócio, que, segundo eles, devem subsidiar a elaboração de um eventual plano de governo. O material, descrito como um pacote de “diretrizes centrais”, foi elaborado com a participação de produtores e representantes do setor.

Ao receber o documento, Flávio Bolsonaro destacou que pretende incorporar as sugestões. “Nada melhor para um pré-candidato do que receber das mãos de quem entende do agro”, disse. Segundo ele, o setor enfrenta um “momento difícil” e precisa de medidas estruturais para retomar o crescimento.

Flávio também afirmou que o agronegócio é “a moeda forte do Brasil” e um “patrimônio nacional”, defendendo políticas de estímulo à produção. “Vai ter crédito acessível, vai ter segurança jurídica, vamos modernizar”, declarou.

As falas ocorrem em meio a um movimento de aproximação de pré-candidatos com o setor agropecuário, considerado estratégico pela sua relevância econômica e peso político, especialmente em estados do Centro-Oeste como Mato Grosso do Sul.

Apesar do tom propositivo, não foram detalhadas metas, prazos ou fontes de financiamento para as medidas defendidas.

O encontro também reforça a articulação política em torno do nome de Flávio Bolsonaro, que busca consolidar apoio entre lideranças regionais e segmentos produtivos. O governador Eduardo Riedel e o ex-governador Reinaldo Azambuja, ambos também pré-candidatos, ao Governo de Mato Grosso do Sul e ao Senado, participam do movimento de articulação política que envolve o setor.

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