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Estado também monitora um óbito suspeito; boletim aponta aumento de casos entre gestantes e mantém alerta para dengue

Mato Grosso do Sul enfrenta avanço expressivo da chikungunya em 2026. Dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta sexta-feira (15) mostram que o Estado já contabiliza 11.521 casos prováveis da doença, com 4.834 confirmações registradas no Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).

O novo boletim epidemiológico, referente à 18ª semana do ano, também confirma 17 mortes provocadas pela doença em municípios do interior do Estado. As vítimas estavam em Dourados, Bonito, Jardim, Fátima do Sul e Douradina. Um outro óbito segue em investigação.

Segundo a SES, nove das vítimas fatais apresentavam algum tipo de comorbidade, fator que pode aumentar o risco de agravamento da doença.

Além do avanço entre a população em geral, o boletim acende um alerta para os casos em gestantes. Até o momento, Mato Grosso do Sul registra 65 confirmações de chikungunya em mulheres grávidas.

Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo vetor da dengue e da zika, a chikungunya provoca sintomas como febre alta, dores intensas nas articulações, dor muscular, fadiga e manchas avermelhadas pelo corpo. Em alguns casos, as dores articulares podem persistir por meses.

Dengue apresenta baixa incidência em cidades do Estado

Enquanto os números da chikungunya preocupam, os casos de dengue seguem em cenário mais controlado. Conforme o boletim da SES, Mato Grosso do Sul registra 5.640 casos prováveis de dengue, sendo 827 confirmados neste ano.

Até o momento, não há mortes confirmadas nem óbitos em investigação relacionados à doença.

Nos últimos 14 dias, os municípios de Corumbá, Água Clara, Brasilândia, Porto Murtinho, Amambai, Nioaque, Deodápolis, Itaporã, Sidrolândia, Três Lagoas e Campo Grande apresentaram baixa incidência de casos confirmados.

Vacinação contra dengue avança

O boletim também mostra avanço na vacinação contra a dengue no Estado. Segundo a SES, 223.322 doses já foram aplicadas no público-alvo, de um total de 241.030 doses enviadas pelo Ministério da Saúde.

A vacina é destinada a crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária considerada prioritária por concentrar maior número de hospitalizações pela doença entre pessoas de 6 a 16 anos.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações.

A SES reforça o alerta para que a população evite a automedicação em casos de sintomas compatíveis com dengue ou chikungunya. A orientação é procurar atendimento médico em uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento adequado.

Além da vacinação, autoridades de saúde destacam que o combate ao mosquito continua sendo a principal forma de prevenção. A recomendação é eliminar recipientes que acumulam água parada, manter caixas d’água tampadas e redobrar os cuidados dentro de casa, principalmente após períodos de chuva.

Com informações e imagem do Governo de Mato Grosso do Sul

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