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Com atendimento exclusivo para pacientes com queixas capilares, clínica aposta em diagnóstico individualizado, equipe especializada e acompanhamento de longo prazo para enfrentar um problema que afeta autoestima, relações pessoais e qualidade de vida

A queda de cabelo deixou há muito tempo de ser tratada apenas como uma questão estética. Para milhares de brasileiros, o problema afeta a autoestima, a confiança e até mesmo a forma como se relacionam socialmente. Em meio ao aumento da procura por tratamentos capilares, a Clínica Sanabria, em Campo Grande, se consolidou como uma das principais referências do segmento ao apostar em um modelo de atendimento voltado exclusivamente para pacientes com queixas relacionadas à perda de fios.

Fundada em 2018 pelo dermatologista Baltazar Sanabria, a clínica nasceu a partir da experiência do médico durante sua residência em dermatologia. Ao acompanhar pacientes que enfrentavam a queda capilar, percebeu que os impactos iam muito além da aparência.

“A ausência do cabelo pode impactar nas relações pessoais, nas relações de trabalho e até na relação que a pessoa tem consigo mesma. O cabelo não representa apenas estética. Ele está diretamente ligado à autoestima, à segurança e à qualidade de vida”, afirma.

Foi a partir dessa percepção que surgiu a proposta de criar um centro especializado exclusivamente no diagnóstico e tratamento das diferentes causas da queda de cabelo.

Atendimento focado em uma única especialidade

Diferentemente de clínicas dermatológicas que atendem diversas demandas, a Clínica Sanabria direciona toda sua estrutura para pacientes que sofrem com calvície, afinamento dos fios ou queda capilar.

Segundo Baltazar, essa especialização permitiu que a instituição conquistasse reconhecimento em poucos anos.

“A clínica se tornou referência porque tudo é voltado para o paciente que sofre com queda de cabelo. Desde o primeiro contato até o acompanhamento após o tratamento ou cirurgia, toda a equipe trabalha focada nessa necessidade específica”.

Hoje, a estrutura conta com cinco médicos dermatologistas que atuam exclusivamente na área capilar, além de equipes multidisciplinares responsáveis pelo acompanhamento pré e pós-tratamento.

Homens e mulheres chegam com preocupações diferentes

Embora a queda de cabelo seja uma queixa comum entre homens e mulheres, os motivos que levam cada grupo a buscar ajuda costumam ser diferentes.

Entre os homens, a principal demanda é a calvície androgenética, popularmente conhecida apenas como calvície. Muitos procuram atendimento quando o problema já está avançado.

“Os homens geralmente chegam porque perceberam entradas ou áreas sem cabelo e querem resolver a calvície”, explica Baltazar.

Já entre as mulheres, a preocupação costuma surgir ainda nos estágios iniciais. “As mulheres normalmente procuram ajuda porque perceberam uma queda intensa e têm medo de desenvolver falhas ou perder volume capilar”.

Queda de cabelo não é diagnóstico

Um dos principais erros, segundo especialistas, é tratar a queda de cabelo como uma doença única.

Na prática, ela é apenas um sintoma que pode ter diversas origens.

Entre as causas mais frequentes estão:

  • Calvície hereditária;
  • Deficiências nutricionais;
  • Alterações hormonais;
  • Doenças inflamatórias;
  • Pós-parto;
  • Infecções virais, como dengue e Covid-19;
  • Estresse físico ou emocional.

Por isso, o diagnóstico individualizado é considerado uma etapa fundamental do tratamento.

“A queda de cabelo não é um diagnóstico. Ela é um sintoma. Cada paciente tem uma causa diferente e, consequentemente, precisa de uma abordagem diferente. Não existe um único tratamento para todos os casos”.

Canetas emagrecedoras e hormônios preocupam especialistas

Nos últimos anos, um novo fenômeno passou a chamar a atenção dos especialistas em saúde capilar: o uso indiscriminado de medicamentos para emagrecimento e hormônios anabolizantes.

Segundo Baltazar Sanabria, esses dois fatores estão entre as principais causas recentes de agravamento da queda capilar.

“O que mais temos observado atualmente é o uso inadequado das canetas emagrecedoras. Muitos pacientes perdem peso de forma muito rápida, sem acompanhamento médico e nutricional adequado”.

De acordo com ele, a redução drástica da ingestão alimentar pode provocar deficiência de nutrientes essenciais para a saúde dos fios.

“O paciente deixa de consumir proteínas, carboidratos e fibras suficientes. Isso gera perda de massa muscular e, muitas vezes, uma queda de cabelo bastante significativa”.

Outra preocupação envolve o uso crescente de testosterona e esteroides anabolizantes.

“A banalização desses hormônios tem relação direta com o afinamento dos fios e a progressão acelerada da calvície, tanto em homens quanto em mulheres”.

A importância do tratamento personalizado

Para especialistas, um dos fatores decisivos para o sucesso dos tratamentos é a personalização das estratégias. Isso significa que dois pacientes com o mesmo sintoma podem receber abordagens completamente diferentes.

Um paciente que apresenta queda capilar após uma perda acentuada de peso, por exemplo, exige um plano multidisciplinar que envolve médicos e nutricionistas. Já um caso de alopecia androgenética pode demandar medicamentos específicos, procedimentos clínicos ou até transplante capilar.

“A personalização não é um diferencial. Ela é obrigatória para alcançar bons resultados. O tratamento precisa ser direcionado para a causa do problema”.

O impacto silencioso da calvície

Ao longo dos anos de atendimento, Baltazar relata ter acompanhado histórias que revelam o impacto emocional provocado pela perda dos fios. Uma delas envolveu um paciente de apenas 24 anos.

“Ele me contou que usava boné há quatro anos e nunca o retirava. Disse que o maior medo era encontrar a namorada sem o boné e ela ver a calvície”.

O relato chamou a atenção do médico por mostrar como a perda capilar pode afetar aspectos cotidianos da vida. “Era um jovem que vivia sob tensão constante. Isso impactava a autoestima, a confiança e até mesmo o relacionamento”.

Diagnóstico precoce pode evitar tratamentos mais complexos

Embora a busca por transplantes capilares tenha aumentado nos últimos anos, especialistas alertam que muitos casos poderiam ser controlados com intervenções precoces.

A recomendação é procurar avaliação médica ao perceber os primeiros sinais de queda excessiva ou afinamento dos fios.

“Quanto mais cedo identificarmos a causa, maiores são as chances de preservar o cabelo existente e evitar que o quadro avance”, afirma Baltazar.

Segundo ele, a prevenção continua sendo a principal ferramenta para preservar a saúde capilar.

“Não espere a calvície avançar. Ao notar queda persistente ou afinamento dos fios, procure um especialista. O diagnóstico precoce permite tratar a causa correta e reduz significativamente os impactos que a perda de cabelo pode causar na vida das pessoas”, conclui.

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