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Tecnologia permite criar desde peças personalizadas e brindes até soluções para a indústria e o agronegócio

Uma ideia que começa na tela do computador pode virar um suporte para guitarra, uma peça para uma máquina industrial, um molde para doces ou um produto personalizado pronto para venda. A impressão 3D amplia as possibilidades de fabricação e abre novas oportunidades para empreendedores. Em Campo Grande, um levantamento do Living Lab MS aponta cerca de 30 empresas ligadas ao segmento. No cenário nacional, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que 20,3% das empresas industriais brasileiras com 100 ou mais pessoas ocupadas utilizaram a tecnologia em 2024, ante 19,2% em 2022.

A tecnologia permite fabricar objetos físicos a partir de modelos digitais e, com equipamentos cada vez mais acessíveis, deixou de ser utilizada apenas em ambientes industriais e de pesquisa. Hoje, pequenos empreendedores e profissionais autônomos também podem desenvolver produtos, testar ideias e atender encomendas sem precisar, necessariamente, montar uma estrutura industrial.

O potencial de negócio, entretanto, não está apenas na capacidade de imprimir objetos. Identificar uma necessidade do mercado, desenvolver uma solução e encontrar clientes dispostos a pagar por ela são etapas fundamentais para transformar a tecnologia em uma fonte de renda.

Em Mato Grosso do Sul, essa possibilidade já faz parte da rotina de Vinicius Lutz, empreendedor da Haus 3D. O contato com a impressão 3D começou na faculdade, durante atividades em um laboratório de iniciação científica, onde ele trabalhava com modelagem e fabricação de reatores.

“Comecei a mexer com impressão 3D na faculdade no laboratório da iniciação científica, modelando e imprimindo reatores, e de lá pra cá uso impressão 3D para grande parte das coisas da faculdade e para fazer dinheiro. Eu e um amigo meu temos a Haus 3D com e-commerce e vendas de peças por encomenda”, conta.

Depois de aprender a trabalhar com impressoras de filamento e resina, Vinicius decidiu investir no próprio equipamento. A primeira máquina, do tipo FDM, que utiliza filamento plástico, custou aproximadamente R$ 6 mil. O investimento inicial incluiu ainda cinco quilos de filamento, por cerca de R$ 450.

Desde então, o empreendedor estima ter gasto mais de R$ 2 mil com materiais, componentes eletrônicos, LEDs e fitas de iluminação utilizados na produção de objetos com maior valor agregado.

A experiência mostra como um negócio pode começar com produtos relativamente simples e ganhar novas possibilidades conforme surgem pedidos. Na Haus 3D, parte das vendas é feita a partir de modelos digitais já existentes, enquanto as encomendas personalizadas exigem mais trabalho de desenvolvimento.

“A maior parte das vendas são objetos já modelados, no caso é só baixar o arquivo que o cliente quer imprimir. Já nas peças por encomenda depende muito do tamanho para modelar, normalmente vai uma hora, já a impressão vai de cada objeto, e muitas das peças não precisam de acabamento”, explica Vinicius.

Mercado nacional mostra avanço da tecnologia

O uso da impressão 3D no Brasil também aparece em levantamentos oficiais. De acordo com a Pesquisa de Inovação Semestral do IBGE, 20,3% das empresas industriais brasileiras com 100 ou mais pessoas ocupadas utilizaram manufatura aditiva em 2024. O indicador cresceu 1,1 ponto percentual em relação a 2022, quando era de 19,2%.

O levantamento considera empresas das indústrias extrativas e de transformação e não representa todos os negócios brasileiros, especialmente os pequenos empreendimentos e os profissionais autônomos que utilizam impressoras domésticas.

Outro retrato vem da pesquisa TIC Empresas 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br). Entre as empresas que realizaram impressão 3D, 64% produziram objetos para uso interno, 61% desenvolveram protótipos ou modelos e 28% imprimiram objetos destinados à venda.

Os números mostram que a tecnologia não serve apenas para fabricar produtos comerciais. Ela também pode ajudar empresas a testar projetos, criar ferramentas e encontrar soluções para problemas internos antes de investir em uma produção maior.

Em Mato Grosso do Sul, o analista de negócios Alexandre Nicoletti, responsável pela gestão do LabMaker, laboratório de prototipagem do Living Lab do Sebrae/MS, observa o aumento do interesse pela tecnologia e destaca a evolução dos equipamentos.

“A temática da impressão 3D não é nova, ela já iniciou lá nos anos 70 e se popularizou um pouco mais nos anos 2000, 2010, e é justamente pelas fabricantes estarem desenvolvendo máquinas caseiras para gente prototipar como se fosse uma impressora comum”.

Segundo ele, a automação das máquinas reduziu a necessidade de conhecimentos técnicos avançados para quem deseja começar a utilizar a ferramenta. Isso facilita o acesso, mas não elimina a importância de aprender a modelar, configurar e manter os equipamentos, especialmente para quem pretende transformar a impressão 3D em atividade profissional.

Como funciona uma impressora 3D?

O processo começa com a criação ou escolha de um modelo digital. Esse arquivo passa por um programa chamado fatiador, que prepara as instruções para a impressora e define como o objeto será construído.

Nas máquinas de filamento, o material plástico é aquecido e depositado em camadas sucessivas até formar a peça. A impressora segue as coordenadas programadas no arquivo, movimentando o cabeçote e controlando a deposição do material.

Alexandre compara o funcionamento a uma espécie de pistola de cola quente automatizada.

“A impressora 3D é uma máquina automatizada em que a gente prepara um arquivo digital para que ela execute aquele projeto. A gente sempre brinca como se fosse uma pistola de cola quente, ela vai fundindo camada por camada de um plástico que ela derrete e esse plástico é um polímero que vai compor aquele projeto”.

Dependendo do equipamento, o arquivo pode ser transferido por cartão de memória ou enviado diretamente por computador, tablet ou celular. A partir daí, a máquina executa as instruções, mas a qualidade do resultado depende do projeto, das configurações e do material escolhido.

Existem diferentes tecnologias de impressão 3D. As máquinas FDM trabalham com filamentos, enquanto as impressoras de resina utilizam um processo de solidificação do material líquido por meio de luz. Cada modalidade atende a necessidades específicas de detalhamento, acabamento, resistência e aplicação.

A escolha do equipamento deve considerar o tipo de produto que será fabricado. Uma máquina adequada para objetos decorativos, por exemplo, pode não ser a melhor opção para quem precisa produzir peças técnicas com características específicas.

Quanto custa começar a empreender?

Para quem pretende transformar a impressão 3D em negócio, o investimento inicial varia conforme o equipamento e os recursos disponíveis. Segundo Alexandre, máquinas voltadas a quem deseja começar podem custar entre R$ 1,9 mil e R$ 5 mil.

O preço depende das características do equipamento, incluindo capacidade de impressão, possibilidade de trabalhar com diferentes cores e recursos de automação. Máquinas mais sofisticadas podem facilitar a produção de objetos coloridos, mas exigem um investimento maior.

A impressora, entretanto, é apenas o primeiro item da conta. Matéria-prima, energia elétrica, manutenção, tempo de produção, modelagem, testes, acabamento e embalagem também precisam entrar no planejamento financeiro.

Alexandre explica que o filamento costuma ser comercializado em carretéis de um quilo, com preços que variam conforme o material e o fornecedor. Além disso, o empreendedor precisa considerar os custos de comercialização.

Quem vende pela internet, por exemplo, deve incluir despesas com plataformas de comércio eletrônico, divulgação, atendimento e envio das encomendas. Já quem trabalha com lojas físicas ou participa de feiras precisa calcular os gastos com estrutura e exposição dos produtos.

Na prática, o preço de venda não deve considerar apenas a quantidade de plástico utilizada. O tempo de máquina e de trabalho, os testes, as eventuais falhas e a manutenção também interferem no custo final. Uma peça pequena pode levar horas para ficar pronta, enquanto um produto personalizado pode exigir várias tentativas até alcançar o resultado esperado.

Na experiência de Vinicius, a escolha dos materiais também interfere no tempo de produção. “Materiais de marcas novas dão mais trabalho para calibrar todos os parâmetros para não dar dor de cabeça depois”, explica.

A calibração e os testes ajudam a reduzir falhas, evitar desperdícios e manter a qualidade das peças entregues ao cliente. Por isso, antes de definir o preço, é importante conhecer o processo completo de fabricação e calcular quanto custa produzir cada unidade.

Personalização pode ser o diferencial

Uma das principais vantagens da impressão 3D é a possibilidade de produzir objetos adaptados a necessidades específicas. Em vez de depender exclusivamente de produtos fabricados em larga escala, o empreendedor pode desenvolver peças sob medida, alterar dimensões e testar diferentes versões de um mesmo projeto.

Para Alexandre, a personalização é uma das principais oportunidades para quem deseja entrar no mercado. O diferencial, porém, está em encontrar uma necessidade que ainda não é atendida de maneira satisfatória. Um produto personalizado pode ter mais valor para o consumidor quando resolve um problema específico, facilita uma atividade ou oferece uma solução que não está disponível no mercado tradicional.

“A impressão 3D vem pra responder aquilo que possivelmente é um gap de mercado e ela possibilita a alta personalização. Então os projetos que a gente desenvolve só vão fazer sentido se o cliente lá na ponta enxergar um valor agregado naquilo que você está vendendo”.

Alexandre ressalta que a impressão 3D também pode atender empresas que precisam de ferramentas ou componentes específicos para suas operações. No agronegócio, por exemplo, a tecnologia pode ser explorada no desenvolvimento de protótipos, gabaritos e peças para equipamentos. Na indústria, pode ajudar a produzir ferramentas e componentes sob medida. Já no comércio, abre espaço para itens personalizados e materiais de exposição.

Comprar a máquina não garante lucro

O acesso a equipamentos mais baratos pode facilitar a entrada no mercado, mas não garante que o negócio será rentável. Para Alexandre, um dos erros de quem começa é concentrar toda a atenção na impressora e na capacidade de fabricar objetos, deixando em segundo plano a estratégia comercial e a identificação de oportunidades.

Uma orientação prática é evitar começar tentando fabricar de tudo um pouco. A variedade de possibilidades da impressão 3D pode ser atraente, mas um catálogo muito amplo, sem um público definido, dificulta a construção de uma identidade para o negócio e a criação de uma clientela recorrente.

Alexandre observa que alguns empreendedores se concentram tanto na parte técnica que deixam de estruturar a comercialização.

“Então você tem que aprender a modelar 3D, você tem que dominar a parte de operacional da máquina manutenção. Então todo esse conjunto é importante. Agora a parte de negócio que é o primordial a impressão 3D vem pra responder aquilo que possivelmente é um gap de mercado”.

Na prática, isso significa pesquisar o mercado antes de escolher o que produzir. Conversar com possíveis clientes, observar as dificuldades de empresas de determinado setor e identificar produtos que não atendem completamente às necessidades do público são maneiras de encontrar oportunidades.

O valor agregado pode estar na personalização, na facilidade de reposição, na adaptação a um equipamento específico ou na possibilidade de produzir pequenas quantidades sem depender de grandes encomendas. A partir dessa definição, o empreendedor consegue escolher melhor os materiais, calcular os custos e estabelecer uma estratégia de vendas.

Alexandre também recomenda que o negócio tenha uma comunicação direcionada ao público que pretende alcançar. Redes sociais, lojas virtuais e parcerias comerciais podem ajudar, mas precisam apresentar com clareza o produto, seus benefícios e as situações em que ele pode ser utilizado.

O objetivo não é apenas conseguir a primeira venda, mas criar condições para que o cliente volte a comprar ou recomende o serviço. Para isso, qualidade, prazo, preço e atendimento precisam fazer parte do planejamento desde o início.

Até onde a impressão 3D pode substituir a fabricação tradicional?

A impressão 3D já permite produzir uma variedade de objetos e componentes, mas isso não significa que seja sempre a alternativa mais econômica ou adequada à fabricação tradicional. A escolha depende do material, da resistência necessária, do acabamento, do prazo e, principalmente, da quantidade de peças que precisam ser produzidas.

Segundo Alexandre, a evolução dos materiais ampliou as possibilidades de aplicação da tecnologia. Hoje, há filamentos com características diferentes, que podem ser escolhidos conforme a finalidade da peça e as condições em que ela será utilizada.

“Hoje a gente tem no escopo da engenharia de materiais de filamentos de materiais para impressão 3D várias possibilidades, tem materiais que tem mais rigidez mecânica, rigidez frente à altas temperaturas, flexíveis, e também materiais que podem ser expostos à luz. Então conforme cada situação que você precisar tem materiais que respondem precisamente a cada situação”.

Essa variedade permite desenvolver produtos com características diferentes, desde objetos flexíveis até peças mais rígidas. A escolha, porém, precisa considerar as condições de uso. Um componente destinado a suportar peso ou operar sob temperaturas elevadas exige uma avaliação diferente daquela feita para um objeto decorativo.

O especialista destaca que a tecnologia também pode abrir espaço para soluções voltadas a setores que precisam de componentes específicos. “Então existem várias oportunidades além do agronegócio que é o que mais chama a atenção do Estado no mesmo sentido que a indústria para a gente desenvolver peças técnicas para maquinários isso é bem importante”, afirma.

Na prática, a impressão 3D pode ser útil para desenvolver protótipos, gabaritos, ferramentas e peças sob medida. Antes de investir em moldes industriais ou em uma linha de produção, uma empresa pode imprimir um modelo, verificar suas dimensões, testar o encaixe e corrigir problemas no projeto. Esse processo ajuda a identificar falhas ainda na fase de desenvolvimento e pode reduzir o custo de alterações posteriores.

A tecnologia também pode ser uma alternativa quando uma empresa precisa de uma peça específica que não encontra facilmente no mercado. Dependendo do projeto, da disponibilidade do modelo digital e das características do material, a impressão sob demanda permite fabricar um componente sem manter grandes estoques.

Isso não significa, entretanto, que qualquer peça possa ser substituída por uma versão impressa em 3D. É necessário avaliar a resistência, a durabilidade, a precisão e a segurança do objeto, especialmente quando ele será utilizado em máquinas ou equipamentos sujeitos a esforços elevados. A compatibilidade do material com a aplicação também precisa ser verificada antes de colocar a peça em uso.

Outro fator decisivo é a escala de produção. Para pequenas quantidades e produtos personalizados, a impressão 3D pode oferecer flexibilidade e evitar investimentos elevados em ferramentas específicas. Já na fabricação de milhares de unidades idênticas, métodos tradicionais podem apresentar menor custo por peça e maior velocidade de produção.

Alexandre aponta justamente esse limite como um ponto importante na avaliação de cada projeto.

“A única questão que a gente tem aqui é a possibilidade de escala que aí tem uma questão na impressão 3D que a gente tem que discutir.”

Por isso, a impressão 3D não deve ser vista necessariamente como uma substituta da fabricação tradicional, mas como uma alternativa que pode funcionar melhor em determinadas etapas ou necessidades de produção. Em alguns casos, as tecnologias podem até ser combinadas: a impressão ajuda a desenvolver e testar uma peça, enquanto outro processo é utilizado para fabricar grandes quantidades.

A decisão depende de uma comparação entre as alternativas disponíveis. O empreendedor precisa avaliar quanto custa produzir cada unidade, quanto tempo será necessário, qual qualidade o cliente exige e se a tecnologia consegue atender à demanda. Mais do que conseguir imprimir um objeto, o desafio é saber quando a impressão 3D oferece uma solução viável.

Tem uma ideia? Living Lab ajuda a transformar projetos em protótipos

Quem pensa em criar um produto com impressão 3D não precisa começar comprando uma máquina. Antes de investir em equipamentos e materiais, é possível testar a ideia, entender como ela funcionaria e avaliar se existe espaço para aquele produto no mercado.

Em Campo Grande, o Living Lab MS, do Sebrae/MS, oferece estrutura para quem quer tirar projetos do papel. No LabMaker, laboratório de prototipagem, empreendedores podem desenvolver modelos, testar soluções e explorar possibilidades da fabricação digital.

A estrutura atende projetos de diferentes áreas, inclusive de quem não trabalha diretamente com tecnologia. Uma oficina mecânica que precisa de uma ferramenta específica, uma padaria que deseja criar moldes personalizados ou um empreendedor que pretende lançar um produto são exemplos de iniciativas que podem buscar orientação.

“Eu costumo brincar aqui, a gente atende de alfinete ao foguete, desde uma padaria, uma oficina mecânica, uma empresa tradicional que queira levar uma pitada de inovação ao seu produto ou uma ferramenta nova ou uma startup propriamente dita ou uma empresa de tecnologia que está desenvolvendo uma automação algo mais robusto mais complexo”.

A proposta é ajudar a transformar uma necessidade em uma solução que possa ser testada. Isso permite identificar ajustes antes de investir em uma produção maior e avaliar se o projeto tem potencial para se tornar um negócio. O atendimento depende da análise da proposta, e os custos com materiais e execução devem ser verificados com a equipe.

O conselho de Alexandre para quem deseja empreender com impressão 3D é olhar para além da máquina e procurar oportunidades que ainda não foram exploradas.

“Se capacite operacionalmente na máquina, estude muito as opções do mercado mas muito mais importante que isso: olhem para um público alvo, um nicho não atendido do mercado porque é aí que você vai encontrar o pulo do gato pra você transformar o seu produto rentável lucrativo que traga alto valor pro cliente”.

Como buscar atendimento: o Living Lab MS fica na Rua Brasil, 205, bairro Monte Castelo, em Campo Grande. Os interessados podem consultar as condições para apresentar projetos e agendar atendimento pelo site oficial. O atendimento presencial informado é de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 17h, mediante agendamento.

Impressão 3D, inovação e negócios são tema de palestra em Campo Grande

Para quem quer entender como as novas tecnologias podem abrir oportunidades de negócio, o i967 Summit terá uma palestra dedicada ao tema. A proposta é discutir como ferramentas como a impressão 3D podem ajudar a desenvolver produtos, personalizar soluções e criar diferenciais em um mercado cada vez mais competitivo.

A palestra magna “Impulsionando o Empreendedorismo com as Tecnologias do Momento” será conduzida por Murilo Laffranchi, youtuber e criador de conteúdo conhecido por abordar tecnologia, games, impressão 3D e negócios.

A discussão interessa tanto a quem já trabalha com fabricação digital quanto a empreendedores que procuram novas formas de desenvolver produtos ou melhorar o que já oferecem. A impressão 3D, nesse contexto, é uma das tecnologias que permitem experimentar ideias, criar protótipos e adaptar produtos às necessidades dos clientes.

O encontro também pode ser uma oportunidade para quem ainda está tentando identificar como aplicar a inovação no próprio negócio. Mais do que conhecer equipamentos, o desafio é entender quais ferramentas fazem sentido para cada atividade e como elas podem se converter em soluções com valor comercial.

A palestra está marcada para 29 de outubro, às 19h, no auditório do Sebrae/MS, em Campo Grande. A participação é gratuita, mediante inscrição.

Serviço

  • Evento: i967 Summit — palestra magna “Impulsionando o Empreendedorismo com as Tecnologias do Momento”
  • Palestrante: Murilo Laffranchi
  • Data: 29 de outubro de 2026
  • Horário: 19h
  • Local: auditório do Sebrae/MS, em Campo Grande
  • Inscrições: acesse a página do evento ou o portal de inscrições do i967.

A programação de oficinas e capacitações do Living Lab pode ser consultada pelo site oficial.

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