“…levantou-se Ana, e, com amargura de alma, orou ao SENHOR, e chorou abundantemente. E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos, se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva te não esqueceres, e lhe deres um filho varão, ao SENHOR o darei por todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.” – I Samuel 1:10 e 11
Neste domingo comemora-se em todo o Brasil e simultaneamente em alguns outros lugares do mundo ocidental, o Dia das Mães.
A Origem do Dia das Mães (Fonte Google)
A data como conhecemos hoje foi idealizada por Anna Jarvis nos Estados Unidos.
Motivação: Anna quis homenagear sua mãe, Ann Reeves Jarvis, uma ativista que fundou clubes de trabalho para mães visando combater a mortalidade infantil e que cuidou de soldados durante a Guerra Civil Americana.
Primeira Celebração: Ocorreu em 1908, três anos após a morte de Ann Jarvis, em uma igreja em Grafton, Virgínia Ocidental.
Oficialização: Após uma intensa campanha de Anna, o presidente Woodrow Wilson oficializou o segundo domingo de maio como o Dia das Mães
No Brasil, a data foi celebrada pela primeira vez em 12 de maio de 1918, por iniciativa da Associação Cristã de Moços (ACM) em Porto Alegre.
Decreto Oficial: A comemoração só foi oficializada em todo o país em 1932 pelo presidente Getúlio Vargas, que fixou a data no segundo domingo de maio.
Influência Religiosa: Em 1947, o Dia das Mães passou a integrar também o calendário oficial da Igreja Católica no Brasil.
De todas as comemorações, o Dia das Mães é o mais explorado pelo comércio, perdendo apenas para o Natal. Presentear a Mãe em um dia especial, não deixa de ser um momento de gratidão e reconhecimento por uma pessoa, extraordinariamente indispensável na nossa vida.
Mas, muito além da questão econômica, a Mãe, que deveria ser homenageada todos os dias do ano, pelo menos em um, ela ocupa o centro das atenções e emoções de seus filhos, por quem, até a vida daria, se necessário fosse.
Neste nosso artigo, queremos homenagear as Mães, dizendo a elas que abaixo do amor de Deus, o amor materno é o mais exaltado, e o que mais expressa o amor do próprio Deus.
Mãe é quem se sacrifica pela vida dos filhos, desde a concepção, até a vida adulta.
Mãe é quem abre mão de sua própria vida, para viver a vida dos filhos.
Mãe é quem, prefere deixar de comer, para que seus filhos não fiquem sem comer.
Mãe é, por natureza, multifacetada, pois precisa ser diariamente, muitas profissionais em uma só pessoa.
Às vezes a Mãe precisa ser professora, médica, motorista, dentista, psicóloga e dependendo do número de filhos, tudo isso em um dia só.
Mães, não são todas iguais, mas todas são dotadas de um cuidado especial de Deus para exercer a sua missão, de ser mãe, conforme diz a bíblia, “Todavia, será preservada através de sua missão de mãe, se ela permanecer em fé, e amor, e santificação, com bom senso.” I Timóteo 2:15
Mães de muitos filhos, Mães de um filho só, Mães de filhos que já se foram, Mães de filho ausente, Mães de filhos que não são seus, Mães que nunca tiveram filhos.
ESTUDO DE CASO – No livro de I Samuel 1, narra uma história impressionante de uma mulher que era estéril, o que para a cultura da época, era uma maldição. Para complicar ainda mais, seu esposo, ainda que a amasse, tinha uma outra esposa fértil e provocativa.
Ana, a personagem central desta história, não nega o sofrimento. Ela sofria e chorava por sua condição de não poder ser Mãe.
Aí é que entram algumas lições preciosas a respeito desta mulher extraordinária
– Ana decide lançar diante de Deus toda a sua dor e dedica sua vida a Deus em oração.
– Ana sobe à Casa de Deus e derrama sua alma em um sofrido tempo de oração, em que expõe sua amargura, até que o Sacerdote vem a Ela e a ouve e a abençoa.
– Ana faz um voto ao Senhor e promete que se for curada de sua esterilidade e se engravidar, seu sonho maior, ela devolveria o filho ao Senhor.
Ana ora e chora por um filho. Deus a atende e seu filho nasce e lhe põe o nome de Samuel, cujo nome diz “Ao Senhor o pedi”
Mas concluo, falando da reação desta Mãe impressionante:
Ela recebe seu filho, o amamenta e cuida dele, discipulando-o no pequeno tempo que teve com seu filho.
Quando seu filho Samuel é desmamado, Ana o leva ao templo e o consagra a Deus.
Mãe é o primeiro lugar de todos os filhos, Mãe é a primeira pessoa que o pequeno ser em seu útero se relaciona. Mãe é a primeira professora, a primeira influencia na vida dos filhos.
Mãe é bênção de Deus, Mãe é cuidada e sustentada por Deus e neste dia, parabenizamos e louvamos a Deus, por todas as Mães que ler este artigo e que Deus as abençoe!




















