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Batata, tomate e leite integral puxaram aumento dos alimentos na Capital durante o mês de abril

O custo da cesta básica voltou a subir em Campo Grande no mês de abril, seguindo a tendência de alta registrada em todas as capitais brasileiras. Na Capital sul-mato-grossense, o conjunto de alimentos passou a custar R$ 826,89, com aumento de 2,60% em relação a março, conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Os principais responsáveis pelo avanço dos preços foram a batata, que ficou 19,57% mais cara, e o tomate, com alta de 11,89%. O leite integral também teve reajuste expressivo, de 8,78%, e ajudou a pressionar o orçamento das famílias.

Além desses itens, também subiram os preços do óleo de soja, feijão carioca, arroz agulhinha, manteiga, carne bovina, café em pó e pão francês. Já açúcar cristal, banana e farinha de trigo registraram queda no período.

Com o novo reajuste, a cesta básica passou a comprometer 55,15% da renda líquida de um trabalhador que recebe salário mínimo em Campo Grande. Em março, esse percentual era de 53,75%. Segundo o levantamento, foram necessárias 112 horas e 13 minutos de trabalho para adquirir os produtos básicos de alimentação.

No acumulado de 12 meses, o feijão carioca aparece entre os itens que mais encareceram na Capital, com alta de 34,50%. A carne bovina também acumula aumento, de 8,42%.

O cenário em Campo Grande acompanha o movimento nacional. Pelo segundo mês consecutivo, todas as capitais brasileiras e o Distrito Federal registraram aumento no custo da cesta básica.

As maiores elevações em abril ocorreram em Porto Velho (5,60%), Fortaleza (5,46%) e Cuiabá (4,97%). Já São Paulo teve novamente a cesta básica mais cara do país, com custo médio de R$ 906,14.

Entre os produtos que mais pressionaram os preços em nível nacional está o leite integral, que apresentou alta em todas as capitais pesquisadas. De acordo com o Dieese, a redução da oferta no campo durante a entressafra contribuiu para o aumento dos derivados lácteos.

O tomate também registrou alta em 25 das 27 capitais analisadas, enquanto o feijão teve aumento em 26 cidades.

*Informações e imagem: Agência Brasil

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